domingo, 14 de abril de 2013

A FÉ.

                                      

Uma das coisas mais importantes é utilizar a inteligência aliada à fé. Quando aprendemos, esse segredo, a nossa vida muda completamente.
A fé não é em nenhum momento, em nenhuma hipótese, sentimento. Ela é totalmente razão, totalmente, em sua forma completa. Não tem sentimentalismo, achismo, coração e alma. É razão, é atitude, é se mover ao que não se conhece na certeza de que vai acontecer. É escolha, e cada escolha exige sacrifício. O sacrifício consciente, certo, racional, de se abrir mão de não deixar entrar a dúvida e o sentimentalismo.
A fé então deixa as pessoas frias? Não, pelo contrário. O coração é enganoso, como a própria Bíblia diz. A verdadeira fé nos tira da zona de conforto, do lugar comum, nos confronta a mudar a todo tempo, nos ensina a determinar, a agir para realizar. Nos mostra que, para Deus agir, nossa parte deve ser feita, conscientemente. E a verdadeira fé inteligente nos faz saber perfeitamente qual é a nossa parte a ser feita perante Deus, pois o Seu Espírito não nos deixa enganados, não nos deixa limitados às situações, ao passado, aos problemas, às falhas do outro. Não dá lugar ao sentimento de ira, porém nos impele a nos revoltarmos com a situação e agir em direção ao que Deus tem para nós.
O sentimentalismo gera confusão, o coração gera confusão. Quando dizem, "faça o que o seu coração diz" eu completo: "... e você vai ver tudo dar errado". A fé verdadeira não sente. Ela pensa, racionaliza, raciocina e age. Não existe dúvida, não existe medo nem segredo. Ou crê ou não crê. Ou dá um passo ou fica parado. Não é fé às cegas. É fé que leva onde se quer chegar. É fé sem limites, porque Deus é um Deus sem limites. Fé que faz acontecer, e que crê que "tudo coopera para o bem daqueles que servem a Deus". Fé prática, fé embasada, tudo coopera mesmo porque se cremos, se determinamos, se fazemos nossa parte (aqui está o verdadeiro diferencial) e se agimos em direção ao que queremos, Deus e tudo que Ele fez coopera para o nosso bem.
E é nessa fé que devemos caminhar, agindo, em razão aquilo que cremos.
Que sejamos cada vez mais como o cedro do líbano, que a cada 5 cm crescidos para fora, 1,5 m crescidos em sua raiz. Que sua raiz se solidifique cada dia mais naquele que nos fez.

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