sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

DIZIMO NA REVELAÇÃO DA GRAÇA



 Falar sobre dízimo costuma dividir opiniões. Há quem diga que ele é do tempo da lei mosaica, e não se aplica ao N.T. Outros continuam a exortar a prática do mesmo com base no conhecido texto de Malaquias ou São Malaquias para alguns, visto a importância que ele ganha nos cultos. Pessoalmente entendo que o dízimo não foi abolido por Cristo (Mateus 23:23); mas ele deve ser visto à luz do contexto do N.T. conforme I Cor. capítulos 8 e 9. . E sem maldiçoes; evocando a alegria, não o medo. O texto de Malaquias fala do Templo-Estado. A Igreja não é assim! Nossa ênfase na idéia de que aquele que não contribui é ladrão, põe aqueles que "cobram" no papel de sacerdotes-fiscais dos negócios de Deus na Terra. Em Atos 5: 1-11, diz-se que dá quem deseja! Dar sem desejar, ou dar mentindo, gera morte, não vida! Ananias e Safira foram exemplarmente disciplinados pela Liberdade que nasce da Verdade; e não a fim de gerar medo legalista na Igreja. Eles morreram por terem traído a Graça de dar ou não dar; de ser ou não. Eram livres para não dar; e, assim, não para mentir ao Espírito Santo! Da minha parte não darei uma única oferta se minha motivação for medo (pois, desse modo, o que eu faço de nada vale; sem amor nada aproveita para mim). Entretanto, não é porque não temo o devorador que deixarei agora de doar. Não! Eu dôo por amor; e por saber que nada é meu; e por crer que tudo o que me vem às mãos, pagas as responsabilidades da vida, o mais deve ganhar significação espiritual filiada à gratidão e ao amor solidário e responsável. A pessoa deve escolher causas que promovem o Evangelho e abençoam vidas e contribua com alegria; posto que isto é agradável a Deus.

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