terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A JORNADA

Estive assistindo o filme A Jornada, esse filme relata: Ano 1890, o professor de seminário Rsussell Carlisle tem escrito uma tese chamada "A Mudança dos Tempos"; O seu livro esta´ prestes a receber o aval e apoio da diretoría do seminário Grace Bible até que seu colega Dr. Norris Anderson levanta uma objeção. Utilizando uma maquina secreta do tempo que construiu, Dr. Anderson envia Carlisle a mais de 100anos para o futuro. É a oprtunidade única de ver em que sua tese e crenças se tornarão. No futuro Carlisle encontra essa igreja de hoje,  Ser crente virou moda, poderia dizer que não assusta mas, não se houve falar  em juízo final, em inferno, ouvimos falar em curas, e prosperidade, para quem?. Estamos vivendo aquele versículo que fala “o amor de muitos esfriará”ou se eu for mais ousado estamos vivendo entre outros textos bíblicos todo o Mateus 24. A igreja não separa o santo do profano, os crentes estão nas igrejas mas naõ tem o Senhor Jesus como Senhor. Essa é uma realidade profética da qual a palavra de Deus nos adverte, aconselho que todo o cristão assista esse filme.

sábado, 25 de dezembro de 2010

A morte do púlpito

 



Por: Gutierres Siqueira


A igreja evangélica brasileira vive uma tragédia: a morte do púlpito. Nunca na história do protestantismo houve tanto desprezo pela pregação cristocêntrica, preparada com esmero e preocupada com a correta interpretação das Escrituras. O púlpito tem sido substituído pelo altar dos “levitas” ou para os ”sacrifícios” em dinheiro dos mercenários mercantilistas. A “pregação” da Palavra é, hoje, conceituada como qualquer um que sobe na plataforma e começa a falar ou gritar.
Talvez você, lendo esse texto, pense: - “Na minha igreja a pregação é sempre um espaço grande e recebemos visitas de diversos pregadores”. Esse artigo quer alertar que não basta um tempo grande para a pregação e nem que a plataforma esteja cheia de homens engravatados; antes é necessária a avaliação da qualidade dessa pregação. A pregação precisa ser avaliada, assim como fazia os cristãos bereanos, que por sua nobreza, comparam as homilias de Paulo com as Sagradas Escrituras.


Quais são as causas da “morte do púlpito” no evangelicalismo moderno?


A) Espiritualidade em baixa é igual à pregação sem qualidade.


A pobreza das pregações é evidente nesses últimos dias, pois isso é conseqüência direta da pobreza na vida cristã, pois como dizia Arthur Skevington Wood: “Leva-se uma vida inteira para preparar um sermão, porque é necessária uma vida inteira


para preparar um homem de Deus”. Enquanto a espiritualidade da Igreja estiver em baixa, a pregação, por mais espiritual que ela pareça ser, não passará de palavras jogada ao vento. Não basta uma pregação erudita, mas a erudição deve ser acompanhada de contrição, humildade e oração, pois bem escreveu E. M. Bounds: “Dedique-se ao estudo da santidade de vida universal. Sua utilidade depende disso. Seus sermões duram não mais do que uma ou duas horas; sua vida prega a semana inteira.”


Hoje existem muitas igrejas que oram “bastante”, são campanhas atrás de campanhas, mas essas orações não passam de busca “dos próprios deleites” ou de “determinações” de bênçãos. Ora, a oração sem a busca da face de Deus é uma característica do evangelicalismo contemporâneo. Uma igreja que ora errado, logo terá pregadores pobres.


B) A falta de preparo para pregar.


Erudição, esmero e homilética não são inimigos da espiritualidade. Um mito vigente na igreja brasileira é que quem se prepara muito para pregar, terá uma pregação “não ungida”. Isso é mera desculpa de pregador preguiçoso. Você, leitor, já deve ter visto alguém dizer: - “Quando cheguei aqui não sabia o que ia pregar, mas assim que subi nesse altar o Espírito Santo me revelou outra Palavra” ou “Eu não preparo pregação, o Espírito de Deus me revela”… São frases irresponsáveis e brincam com o Espírito Santo, atribuindo a Ele sua preguiça de passar várias horas em estudo e oração para pregar a Palavra.


Hoje, pregar com esboço em papel é quase um pecado em muitas igrejas; alguns olham com “cara feia” para os que levam algo escrito em sua homilia. Será que não sabem que um dos sermões mais impactantes da história, foi literalmente lido pelo pregador. Esse sermão era “Pecadores na mão de um Deus irado”, que Jonathan Edwards pregou em 08 de Julho de 1741 na capela de Enfield. O biógrafo de Edwards, J. Wilbur Chapman , relatou:


Edwards segurava o manuscrito tão perto dos olhos, que os ouvintes não podiam ver-lhe o rosto. Porém, com a continuação da leitura, o grande audi tório ficou abalado. Um homem correu para a frente, cla mando: Sr. Edwards, tenha compaixão! Outros se agarra ram aos bancos, pensando que iam cair no Inferno. Vi as colunas que eles abraçaram para se firmarem, pensando que o Juízo Final havia chegado.[1]


C) Ter uma visão pragmática sobre a pregação.


Para muitos, uma pregação só é válida se houver resultados. As pessoas não querem saber se o conteúdo da pregação é biblico ou herético, mas preferem esperar pelos resultados propagados pelo pregador. A primeira motivação dos pragmáticos é buscar a praticidade, portanto o pragmatismo é casado com o imediatismo, onde tudo tem quer ser aqui e agora.


O conceito de pregação “ungida” é bem pragmática, pois para boa parte da comunidade evangélica, a boa pregação tem que envolver o emocional, nesse contexto nasce frases do tipo “crente que não faz barulho está com defeito de fabricação”. Se não houver choro, gritos, pulos ou outras manifestações “espirituais”, a pregação perde o seu valor para aos cristãos atuais.


Pregadores pragmáticos gostam de ver seus ouvintes interagindo exageradamente no culto. É constante dos pregadores mandarem as pessoas glorificarem e até falar em línguas. Nesses cultos a justificativa para essas ordens é que “quando a glória daIgreja sobe, a glória do céu desce”. Não há respaldo bíblico para esse tipo de pensamento que é passado como algo bíblico. A emoção e as experiências fazem parte da vida cristã, mas não devem normatizar a liturgia ou direcionar os crentes, pois os verdadeiros cristãos tem a Palavra de Deus, e somente Ela, como regra de fé e prática.


D) Pastor-professor X pregador-ator


Eis o dilema existente no evangelicalismo moderno. O pastor-mestre foi substituído pelo pregador-carismático-ator. O mestre que orientava a sua congregação nas Sagradas Letras, sendo um homem de estudos e contemplativo, era característico de piedosos servos de Deus, como Charles Spurgeon, Jonathan Edwards, D. L. Moody etc.


O púlpito tem sido morto pelo estrelismo de pastores-atores, que confundem a plataforma da igreja com um palco para entretenimento, são pessoas que pregam o que a congregação quer ouvir e fazem de seus carismas uma imposição de sua pessoa. Quem estuda a história da igreja, verá que os piedosos servos de Deus, da Reforma as Grande Despertamento do século 18, eram homens de grande interesse pela pregação expositiva, onde o texto fala por si só. A partir do século 19, os sermões são cada vez mais temáticos e os pregadores mais articulados no estrelismo.
O Movimento Pentecostal peca, e gravemente, em não valorizar os sermões bem preparados e articulados, ungidos pelo Espírito Santo, para edificação da congregação. Em uma piedade aparente, muito exaltam a ignorância como virtude, justificando os sermões artificiais, sem profundidade e recheados de chicles, modismos e até heresias.

Autor: Gutierres Siqueira
Fonte: [
Teologia pentecostal ]
Via: [
Pensar e orar ]

Referência Bibliográfica:
1. BOYER, Orlando. Heróis da Fé. 15 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, p. 03.
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O PODER DA PREGAÇÃO EXPOSITIVA

 A Pregação Fiel é Aquela que Expõe o TextoAlgumas pessoas dizem que tudo o que vemos na Igreja nos Domingos à noite deve ser caracterizado como pregação; todavia, a autêntica pregação é aquela que expõe o texto, conhecida como pregação expositiva. Ela deve ser uma prática na vida daqueles que sobem ao púlpito; temos visto que, muitos preferem pregar temática ou topicamente. Por quê? Bem, porque é mais fácil pregar em cima de um tema; geralmente os teólogos sistemáticos pregam desta forma; trabalham temas na Igreja no Domingo à noite – não estou dizendo que a pregação não deva Ter um tema – o que estou dizendo é que o texto não pode ser exposto com a pressuposição doutrinária que se deve abordar.

Deixe-me explicar: Imagine que você quer pregar sobre a trindade. Então, lança mão do texto de Gênesis 1.1 para fundamentar a doutrina; a primeira pergunta a ser feita é: Moisés estava pensando na Trindade quando escreveu este texto, especialmente no uso do substantivo plural elohim? E se formos sinceros diremos que não, logo o texto não serve, mas isso anula a doutrina? Não. Agora você prepara um estudo sobre o assunto, e começa com João 14.23 – “viremos e faremos nele morada” cristo está falando de uma Trindade? Sim. Então eu posso agora compreender Gênesis 1.1 – ali vejo, pelo escopo de toda a revelação, a forma embrionária da Trindade.

A pregação expositiva ela se concentra apenas no texto que é lido. Por que é tão difícil pregar expositivamente? Porque exige mais do pregador:

  1. Exige conhecimento histórico: o contexto da passagem deve ser levado em consideração.
  2. Exige conhecimento do texto original e de sua gramática
  3. Exige conhecimentos de exegese e hermenêutica.
  4. Exige muita leitura – manuais de exegese, manuais de interpretação, comentários bíblicos.
  5. Exige conhecimento dos sistemas doutrinários: credos, confissões, teologias sistemáticas.
    A Igreja sempre pregou expositivamente? Esta é uma grande pergunta. A resposta é afirmativa, pois vemos isso no dia de Pentecostes que o sermão de Pedro foi expositivo, veja como está estruturado o sermão:
I – Jesus de Nazaré foi um homem aprovado por Deus.


* Em Sua vida
* Em Sua morte
* Em Sua Ressurreição
* Em Sua ascensão aos Céus.


II - Jesus recebeu o Espírito santo e derramou o que vocês vêem e ouvem .


III – Deus fez a este Jesus, Que vocês crucificaram, Senhor e Cristo.


IV – Aplicação


* Arrependam-se
* Sejam batizados em o nome de Jesus Cristo.


V – Promessas:


* Remissão dos pecados
* Dom do Espírito Santo
* Inclusão dos Filhos
* E muitos que estão longe, tantos quantos o nosso Deus chamar.[8]
Outro texto neotestamentário que nos apresenta uma pregação expositiva é Atos 7 – conhecido como o sermão de Estevão. Este tipo de sermão sempre esteve presente na vida da Igreja desde os seus primórdios, o sermão do monte que Cristo proferiu é expositivo.

Por que pregar expositivamente? Penso que a pregação expositiva nos oferece algumas verdades fundamentais:

  1. Restaura a pregação da crise.
  2. Anula os métodos subjetivistas (místicos)
  3. Restaura a autoridade da Bíblia
  4. Restaura a vida da Igreja.
estas quatros realidades são manifestadas quando pregamos expositivamente. Isso implica em algumas coisas. Primeiro, nos mostra que a crise na pregação de hoje é o resultado da nossa negligência, pois, não estamos pregando a Bíblia fielmente. Esquecemos do que Paulo nos diz em 1 Coríntios 4.1-2 nossa pregação deve ser fiel; em segundo lugar, os métodos subjetivos deve ser rejeitados quando pregamos expositivamente a palavra, um exemplo disso, é o uso que muitos fazem de João 14.6, e dizem que vêem ali três coisas:

Caminho – indica a lei de Deus.
Verdade – Indica que o mundo é uma mentira
Vida – indica a Pessoa de Cristo.
Esta abordagem do texto é subjetiva, e ignora a exegese do texto. Jesus não está dizendo três coisas distintas, mas ele está usando uma figura chamada Tríade Sinonímica. Isto quer dizer que Cristo estava dizendo uma única coisa: Eu sou o caminho vivo e verdadeiro. Então não adiante pegar este texto para fazer uma pregação de três pontos!

Quando pregamos expositivamente restauramos a autoridade da Bíblia, estamos dizendo ao nosso povo que todas as nossas idéias derivam da Bíblia. Ou seja, a pregação expositiva diz que a Bíblia continua sendo o padrão absoluto em um mundo pós-moderno. Por que dizemos isso? É porque sabemos que nem “todas as respostas que a igreja proporciona por meio dos seus pregadores proclamam boas-novas. Algumas simplesmente abandonaram toda esperança de encontrar uma fonte da verdade que tenha autoridade.” A Bíblia se torna o centro do culto e da vida do crente quando é confrontado expositivamente pelo texto sagrado no Domingo à noite. “Tal pregação apresenta a voz de autoridade que não procede do homem e assegura respostas não sujeitas a fantasias culturais”.[9] A Bíblia recebe plenamente a autoridade quando pregamos fielmente as Escrituras.

A pregação expositiva também oferece vida para a Igreja. A lei de Deus quando é ensinada oferece vida e vivifica a alma (Sal. 119.25; João 6.68). A pregação é a palavra de Cristo à Igreja; é nosso dever pregar expondo a Bíblia.

III – A Pregação Fiel está Compromissada com a Suficiência da Bíblia como Palavra de Deus

Como identificar uma Igreja verdadeira? Bem, temos visto que a pregação fiel da palavra é a principal marca de uma Igreja verdadeira. Não é qualquer pregação, note é a pregação fiel. Ou seja, ela deve ser fiel a revelação de Deus. Isso nos leva para o principio da Reforma chamado de Sola Scriptura (somente as Escrituras).

Todo sermão deve refletir a crença incontestável de que a Bíblia é a única fonte de autoridade na vida da Igreja. Os que não crêem assim podem até pregar, mas não são pregadores fiéis a Bíblia, e assim, a Igreja que pastoreiam não pode ser classificada como Igreja verdadeira.

O que estamos querendo dizer é que a pregação expositiva condena toda prática e doutrina que suplanta as Escrituras por meio de novas revelações ou tradições humanas. O “assim diz o SENHOR” das Escrituras é o imperativo da pregação expositiva. Bíblia e somente Bíblia e nada de revelações, supostamente produzidas pelo Espírito Santo!

A pregação fiel é o principal meio de graça da Igreja de Cristo, ou seja, Cristo fala a sua Igreja somente por meio dela, pois, ela é a Palavra de Cristo – Hebreus 1.1; no entendimento presbiteriano a pregação é o “mais excelente meio pelo qual a graça de Deus é comunicada aos homens...”[10].

As nossas experiências espirituais não podem de forma alguma anular a Palavra proclamada de Deus (2 Pedro 1.15-21) , é exatamente isso que nos diz Pedro, ele que teve uma tremenda experiência no monte da Transfiguração, mas não usou esta experiência para sufocar a palavra profética que estava sendo anunciada.

A pregação expositiva quebra toda tradição anti-bíblica; não há meios pelo qual possamos ser pregadores fiéis e mantermos tradições que não tem apoio na Bíblia. Os nossos e credos devem ser analisados a luz da Palavra de Deus. O fundador do presbiterianismo na Inglaterra Thomas Cartwright era um bom Anglicano, todavia, decidiu fazer uma série de pregações expositivas no livro de Atos e descobriu que o governo da Igreja primitiva era o sistema de governo presbiteriano, então, ele rompeu com sua tradição Anglicana e iniciou o presbiterianismo Inglês.[11]

A pregação fiel reconhece que a Escritura é plenamente suficiente em tudo o que afirma, pois, é assim que nos ensina Paulo em 2 Timóteo 3.15-17. A pregação expositiva deve estar compromissada com a verdade da suficiência da Palavra de Deus.
IV – A Pregação Fiel Restaura o Culto

Como saber se a Igreja que freqüentamos é verdadeira? Devemos olhar para o culto! O culto é o reflexo de como tratamos a pregação; ou é o resultado da pregação. A pregação torna o culto o que ela é.

A pregação expositiva é simples. Logo o culto deve ser simples. A pregação expositiva é clara; cada ato litúrgico deve ser claro; a pregação expositiva é bíblica; tudo no culto deve Ter sanção bíblica. A pregação expositiva é prática, então, o culto deve prático; a pregação expositiva visa a glória de Deus e por conseqüência o culto deve manifestar plenamente essa glória de Deus.

A pregação ocupa o lugar central no culto que prestamos a Deus. A reforma litúrgica só torna-se possível se a pregação estiver neste lugar central. Josías nos tempos do Antigo Testamento fez uma reforma radical no culto porque a Lei de Deus fora achada e lida! A Reforma Protestante foi a reforma do culto mediante a Proclamação da Palavra. A palavra reforma o culto.

Calvino ao falar sobre a primazia da pregação no culto, em seu manual eclesiástico, diz que a “pregação da Palavra deveria ser o elemento essencial do culto público e a tarefa primordial e central do ministério pastoral”.[12] E ainda Calvino diz que “Satanás tenta destruir a igreja fazendo desaparecer a pregação Pura.”[13], ele ainda costumava dizer que:

“os sinais pelos quais a igreja é reconhecida são a pregação da Palavra e a observância dos sacramentos, pois estes, onde quer que existam, produzem fruto e prosperam a benção de Deus. Eu não estou dizendo onde quer que a Palavra seja pregada os frutos imediatamente apareçam; mas que onde quer que seja recebida e habite por algum tempo, ela sempre manifesta a sua eficácia”[14]
Então, se desejamos saber se estamos em uma Igreja verdadeira devemos de fato olhar como a pregação afeta o culto! Um culto onde os homens não são reverentes, não ouvem a pregação da Palavra como elemento Central (Veja: Neemias 8), este culto não foi restaurado pela Pregação. E por quê? Porque fala-se da Palavra, mas não se prega ela fielmente! Em muitos cultos a Palavra é usada como apêndice, pois, o Teatro, o coral, a coreografia, as palmas, o conjunto de Louvor tornam-se o centro do culto, remove-se a pregação e coloca-se o entretenimento. A pregação dura apenas alguns minutos, e é tratada de forma subjetiva e a mensagem é triunfalista! “Deus vai mudar sua sorte”, “Deus me revelou que a tua vitória vai chegar”; e assim, eles chamam isso de pregação. Isso não é a pregação que caracteriza a verdadeira Igreja.
A pregação fiel restaura o culto porque coloca Deus no lugar de Deus, e o homem no lugar de homem. Onde o pecado é confrontado, os deveres são exigidos, onde a santidade é exposta, onde o inferno é mostrado, onde a graça é manifestada na proclamação temos uma Igreja verdadeira. O culto verdadeiro é reflexo de uma pregação fiel. A Igreja que ama a pregação expositiva é uma Igreja preparada para enfrentar o mundo; se amamos a pregação expositiva vamos inevitavelmente amar o culto a Deus.
Conclusão
Diante do que já temos exposto o que podemos aprender e aplicar para nossas vidas? Que conclusões podemos tirar de tudo isso que falamos?

  1. Nunca despreze a Pregação: A história do cristianismo nos alerta para a majestade da pregação e sua glória.
  2. Entenda que a Igreja Verdadeira valoriza a Pregação expositiva: Para identificar se aquela Igreja é verdadeira avalie sua pregação, se ela não expõe fielmente os ensinos da Bíblia, saiba que ali não há Igreja alguma.
  3. Apegue-se a verdade de que a Igreja Verdadeira está comprometida com a suficiência da Palavra de Deus: Línguas, profecias e revelações ou tradições humanas não podem silenciar a voz do púlpito!
  4. Se uma pregação em uma Igreja não restaura o culto, então, ali não temos uma Igreja verdadeira: A Igreja Verdadeira terá a preocupação de que tudo o que for realizado no culto deve ser ordenado, por um mandamento explícito, exemplo histórico e inferência bíblica. A Igreja que está comprometida com a pregação expositiva terá profundo amor para com o culto a Deus e visará somente a glória de Deus!

Sobre o autor: João Ricardo é professor do Seminário Presbiteriano Fundamentalista do Brasil.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Exemplo de Vida - Andressa Duarte [Sinta-se Útil] - Oficial

Exemplo de vida que foi a Andressa, Não podemos esquecer esta criança que foi um instrumento nas mãos de Deus. Fica para nós saudades e a vontade de servir ao Senhor com mais intensidade a cada dia. O que temos feito? Como temos vivido nossa vida? "Se não fizermos nossa parte agora, se quiser fazer amanhã talvez não dê mais tempo".

O ANO DE 2010 ESTA TERMINANDO.

Mais um ano está terminando, uma certeza continua latente em meu coração, estamos a caminho da eternidade. Muintos ao chegar ao fim de ano, como é de costume, fazem uma retrospectiva de tudo que aconteceu no ano que esta se findando. Alguns se alegram por conquistas materiaís, outros se entristecem, pela não conquista, novos planos são idealizados, a verdade é que cada um busca seus sonhos e projetos. O Senhor Jesus disse :Mas buscai primeiro o reino de Deus, e  sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentasdas (mt 6:33). Que o Espirito Santo venha despertar em cada um de nós, fome e sede daquilo que é eterno, o reino de Deus. Os dias estão sendo abreviado, vamos ajuntar tesouros no céu, onde a traça e o ferrugem não corroem. Que Deus continue abençoando , que o Espirito Santo através da palavra de Deus, traga avivamento em cada coração.

sábado, 18 de dezembro de 2010

HOMENAGEM PR. JIMMY SWAGGART, COM MUSICA DE SAMUEL MARIANO

Lembranças dos tempos em que a palavra de Deus era pregada no poder do Espirito Santo, naõ existia tantos modismo, A mensagem era Cristo, arrependimento, perdão dos pecados, salvação através do Cristo que veio em carne. Jimmy Swaggart que, apesar da queda, foi um grande expoente da Palavra de Deus, Como muitos outros, que breve estaremos mencionando.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

DIZIMO NA REVELAÇÃO DA GRAÇA



 Falar sobre dízimo costuma dividir opiniões. Há quem diga que ele é do tempo da lei mosaica, e não se aplica ao N.T. Outros continuam a exortar a prática do mesmo com base no conhecido texto de Malaquias ou São Malaquias para alguns, visto a importância que ele ganha nos cultos. Pessoalmente entendo que o dízimo não foi abolido por Cristo (Mateus 23:23); mas ele deve ser visto à luz do contexto do N.T. conforme I Cor. capítulos 8 e 9. . E sem maldiçoes; evocando a alegria, não o medo. O texto de Malaquias fala do Templo-Estado. A Igreja não é assim! Nossa ênfase na idéia de que aquele que não contribui é ladrão, põe aqueles que "cobram" no papel de sacerdotes-fiscais dos negócios de Deus na Terra. Em Atos 5: 1-11, diz-se que dá quem deseja! Dar sem desejar, ou dar mentindo, gera morte, não vida! Ananias e Safira foram exemplarmente disciplinados pela Liberdade que nasce da Verdade; e não a fim de gerar medo legalista na Igreja. Eles morreram por terem traído a Graça de dar ou não dar; de ser ou não. Eram livres para não dar; e, assim, não para mentir ao Espírito Santo! Da minha parte não darei uma única oferta se minha motivação for medo (pois, desse modo, o que eu faço de nada vale; sem amor nada aproveita para mim). Entretanto, não é porque não temo o devorador que deixarei agora de doar. Não! Eu dôo por amor; e por saber que nada é meu; e por crer que tudo o que me vem às mãos, pagas as responsabilidades da vida, o mais deve ganhar significação espiritual filiada à gratidão e ao amor solidário e responsável. A pessoa deve escolher causas que promovem o Evangelho e abençoam vidas e contribua com alegria; posto que isto é agradável a Deus.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

SERÁ QUE DEUS É CULPADO ?






Finalmente a verdade é dita na TV Americana.
A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane
Clayson perguntou a ela:
'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia
11 de setembro?'
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:
'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu,
tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas
escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.
Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção
se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'
À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas,
tiroteio nas escolas, etc...
Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi
assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas
escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos
com a sua opinião.
Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a
Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o
nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.
Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em
nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas
personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos
prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:
'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'.
E então concordamos com ele.
Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não
deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.
Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos...(há
diferença entre disciplinar e tocar).
Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem
aborto, se elas assim o quisessem.
E nós aceitamos sem ao menos questionar.
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas,
quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: 'Está bem!'
Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de
mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma
apreciação natural do corpo feminino.
Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou
fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à
disposição da internet.
E nós dissemos:
'Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de
se expressar e fazer isso'.
Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm
consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o
errado;
porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios
colegas de classe ou a si próprios...
Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?'
A resposta dele:
'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'
É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem
porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os Jornais a TV dizem,
ou do que a sua religião diz, mas não cremos o que a Biblia diz e nos ensina.
É triste como alguém diz:
'Eu creio em Deus'.
Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também 'Crê' em Deus.
É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!
Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham
como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus,
as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!
É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente
na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida
rapidamente na escola e no trabalho.
É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no
domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da
semana.
Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam
a nosso respeito do que com o que Deus pensa.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

FOGO QUE FORMA PROFETA.


Então Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Vive o SENHOR Deus de Israel, perante cuja face estou, que nestes anos nem orvalho nem chuva haverá, senão segundo a minha palavra.
Depois veio a ele a palavra  dizendo, Retira-te daqui, e vai para o oriente, e esconde-te junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão.E há de ser que beberás do ribeiro; e eu tenho ordenado aos corvos que ali te sustentem.( I reis 17: 1-4). Observe que o profeta Elias, é levantado em um tempo de apostasia, desvio, rebeldia e  engano, o culto a baal era difundido violentamente. Jezabel esposa do rei Acabe, manipulava e dominava o rei juntamente com seus acessores. PROCESSOS DE DEUS NA VIDA DO SEU PROFETA: O ribeiro de querite fazia fronteira com o rio Jordão, abrigava a agua da chuva, a  ordem de Deus é para beber do ribeiro, não do Jordão. Deus determina que os corvos sustentasse o profeta, observe   levito 11:15 corvo é ave abominavél, uma de suas caracteristicas é que gosta de carniça. No verso 17:6 os corvos trazia  pão e carne pela manhã, e pão e carne a noite, note que aqui Deus não está usando um anjo, o próprio profeta teve que sofrer as consequencias de sua palavra profética. O que podemos aprender com isso, Deus não vai agir da maneira que queremos, o homem é tendencioso a espetáculos, pirotécnicos, luzes e holofotes, nem sempre vai aparecer um anjo de cabelos dourados, olhos de fogo. Na maioria das vezes não vamos ver sinais, mas não importa o que Deus esta usando, a forma que ele está agindo, se é anjo, ou urubu, a glória não pertence ao instrumento, o instrumento não pode fazer nada sem Deus. O chamado ministerial não pode ser motivado por glamour, fama dinheiro sucesso, hoje percebemos que muitos querem ser missionários em países de primeiro mundo, querem o ministério para se projetar, dizem que pastores tem que ser rico, querem profetizar nos palácios contaminados pelo manjar do rei, bajulam o rei, negocia o chamado, porque tem medo de que sua cabeça seja pedida em uma bandeja. Aquele que quer servir ao Senhor Jesus saiba, quem  fêz a promessa é fiel, não temas o que tens de passar, ele cuida dos seus profetas, fogo da provação no ministério e na caminhada é apenas uma leve e momentanêa tribulaçaõ, breve estaremos com a face aos pés do salvador cantando o cântico da vitória. Que Deus abençoe poderosamente. Seu amigo Pr Laerte Brito

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A VISÃO DO TRONO DE DEUS (APOCALYPSE 4:4-11) e A VISÃO DO TRONO BRANCO (APOCALYPSE 20: 11-15) PARTE 2


Avisão do apostolo João em apocalypse 20: 11-15, ele descreve o grande trono branco, porem podemos perceber que a uma grande diferençã, em relação oa trono de Deus de apocalypse cap. 4. Veja ap. 4:3 relata que o arco celeste estava ao redor do trono, e era semelhante a esmeralda. Arco representa aliançã, no trono branco a aliança do sangue de cristo  foi rejeitada, a razão porque será um julgamento de condenação, mac 16:15 Quem não crer será condenado. ap. 4:4 relata que ao redor do trono havia vinte e quatro tronos, e Jõao viu vinte e quatro anciãos vestidos de vestes brancas, e tinham sobre a cabeça coroas de ouro. Representam aqueles que reinam com Deus, uma descrição da igreja dos vencedores, vestidos de branco que recebem suas coroas e reinan com o Senhor( 2:10,26-27, 3:4-5,11,21). O numero vinte e quatro, tem duas explicações diferentes que chegam a mesma conclusão. Alguns entendem que 12 tribos representando o povo de Deus no velho testamento, mais 12 apostolos represntando o povo dele no novo testamento, dando um total de 24, representando reinado em triunfo. Ap.5:5 relata sete tochas de fogo, os quais são os sete Espiritos de Deus, no julgamento do grande trono branco, o Espirito santo, não estará lá como consolador, pois foi rejeitado, nesse dia não haverá louvor diante do trono, os montes, fugirão o furor da ira de Deus vai se manifestar trazendo juizo, os livros serão abertos, o mar vai devolver os seus mortos, a morte e o inferno vaõ entregar os mortos. Todos serão julgados grandes e pequenos, e a moret e o inferno, serão lançados no lago de fogo, e aquele que não for achadoescrito no lvro da vida, será lançado no lago de fogo.

domingo, 12 de dezembro de 2010

A VISÃO DO TRONO DE DEUS (APOCALYPSE 4:4-5) e A VISÃO DO TRONO BRANCO (APOCALYPSE 20: 11-15) PARTE 1


4:4 – Ao redor do trono, há também vinte e quatro tronos, e assentados neles, vinte e quatro anciãos vestidos de branco, em cujas cabeças estão coroas de ouro.
4:5 – Do trono saem relâmpagos, vozes e trovões, e, diante do trono, ardem sete tochas de fogo, que são os sete Espíritos de Deus.
 TRONO BRANCO APOCALIPSE 20:11-15

11 E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiram a terra e o céu; e não foi achado lugar para eles.

12 E vi os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono; e abriram-se uns livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida; e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.
13 O mar entregou os mortos que nele havia; e a morte e o hades entregaram os mortos que neles havia; e foram julgados, cada um segundo as suas obras.
14 E a morte e o hades foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.
15 E todo aquele que não foi achado inscrito no livro da vida, foi lançado no lago de fogo.
Continua..........

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O VERDADEIRO PROPOSITO DOS MILAGRES


Os milagres não ocorrem sempre na mesma proporção em todo tempo e lugar. A história, bíblica e também da igreja, demonstra claramente períodos  de maior frequência de milagres, como, por exemplo, a época de Moisés, de Elias, de Jesus e dos apóstolos. Os profetas operaram poucos milagres, e João Batista, que, segundo Jesus, foi o maior dos nascidos de mulher, não realizou um milagre sequer. Também é claro que os períodos chamados de "reavivamento da igreja" aconteceu mais  milagres que o dia-a-dia comum da igreja. Quanto à dinâmica do milagre, geralmente se crê que quanto mais cheia do Espírito Santo é uma pessoa, mais milagres será capaz de fazer. O Novo Testamento, entretanto, ensina que o milagre não é questão de plenitude do Espírito, mas de dom do Espírito. A plenitude (estar sob plena influência) do Espírito resulta na experiência do fruto do Espírito, isto é, o caráter e as virtudes de Cristo em nós, e isso é universal: toda pessoa pode experimentar. O milagre é questão de dom do Espírito, quando o Espírito Santo usa alguém para realizar algum feito extraordinário, e isso é particular, pois o Espírito usa pessoas diferentes de maneiras diferentes. Os cristãos de Corinto, por exemplo, não estavam na plenitude do Espírito, mas mesmo assim foram usados pelo Espírito para muitos sinais e milagres, isto é, nenhum dom espiritual lhes faltava.
Finalmente, em relação ao propósito dos milagres, também a Bíblia deixa claro que não se destinam ao conforto ou solução de problemas de qualquer pessoa em particular, mas sim às finalidades de Deus que soberanamente se manifesta e se revela para sinalizar seu reino (sua presença entre nós: Deus está aqui) e atrair glória para o seu nome (sua singularidade entre nós: não há outro Deus). Os milagres existem por causa de Deus, que quer demonstrar seu amor por todos, sem exceções, preferências ou méritos de quem quer que seja abençoado por sua graça.
Eu acredito em milagres. Acredito que Deus é um Deus de milagres. Mas não acredito que o milagre seja
o principal, adoramos a Deus não por aquilo que ele faz, e sim por aquilo que ele é.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

CHUVA DE DEUS.


"Goteje a minha doutrina como a chuva" - Deuteronômio 32:2. Gotejar, chuviscar, destilar ou seja, chuva fina, é o que colocaremos em voga nesta meditação. Trata-se de chuva calma, duradoura que molha a terra profundamente alimentando-a e preparando-a para produzir frutos. Quando Moisés fez o seu último cântico, que tem sido considerado como a chave de toda a profecia, por se referir à origem de Israel como nação. Moisés o pronunciava integralmente nos ouvidos de todo o povo. É a doutrina do Senhor sendo destilada nos corações e nos ouvidos de uma nação como chuva. Quando abrimos o nosso coração para a Palavra de Deus, ela goteja como chuva e vai penetrando, vai molhando, vai enriquecendo o terreno da vida A doutrina divina como chuva, goteja e enriquece, endireita, corrige, trata, prepara para frutificar e frutifica. Quando a nossa vida é regada com a doutrina do SENHOR, QUANDO SOMOS ALIMENTADOS COM A SUA Palavra, temos uma vida alegre, saudável e fortalecida. É QUE A PALAVRA DE DEUS TEM PODER! ELA PENETRA E ENRIQUECE